O IMPACTO SOCIAL DA CRISE DA EMPRESA

Constantemente, muito por conta da incessante oscilação do mercado e de infinitas variáveis, algumas empresas podem passar por dificuldades de ordem econômico-financeira. Essa variação é natural e sujeita qualquer atividade, especialmente em épocas de instabilidade econômica. E em tempos de crise não só o empresário sofre as consequências de eventuais dificuldades, mas todos que estão envolvidos direta ou indiretamente no negócio.

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Esses períodos podem se justificar por diversos motivos, afinal, as empresas são entidades que exercem atividades econômicas e estão submetidas a riscos inerentes ao negócio. Além da economia, outros fatores que cercam essas atividades estão ligados aos resultados obtidos.

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Tais fatores podem refletir no sucesso ou insucesso das empresas, alguns controláveis atribuídos aos próprios dirigentes, como por exemplo, a necessidade de profissionais preparados a administrar, a necessidade de inovação, planejamentos e enquadramentos tributários, etc. Afinal, a cada dia que passa os consumidores estão mais exigentes os concorrentes mais preparados e o Estado mais aparelhado para satisfazer as obrigações tributárias. O não acompanhamento das tendências pode ser determinante para a empresa se manter no mercado.

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Outros fatores que podem influenciar nos resultados não cabem a empresa decidir, são as causas incontroláveis. As políticas cambiais, fiscais, legislação tributária juros bancários são apenas exemplos de fatores influentes que, a princípio, não se pode controlar.

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Em meio a todos esses riscos, está a empresa e o que a envolve, isto é, ao redor da atividade econômica por ela exercida estão presentes diversos interessados no sucesso do negócio. Como os trabalhadores, Estado, fornecedores, consumidores, etc.

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A crise da empresa atinge a todos envolvidos no negócio, e pode provocar grandes impactos em algumas situações. É comum, por exemplo, uma só empresa ser responsável pela grande maioria do faturamento de seu fornecedor, quer dizer, a crise de uma, inevitavelmente, causará um impacto enorme à outra. Os trabalhadores por sua vez, em geral, têm seus salários como fonte principal de renda, e as demissões são medidas frequentes nas tentativas de superar as dificuldades da crise. Outro envolvido é o Estado, afinal as empresas são importantes contribuintes e a crise destas representa diminuição da arrecadação.

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Cabe à empresa o desafio de administrar a incessante busca por qualidade nos negócios e superação dos seus diversos e constantes riscos. Ser eficaz em relação às causas controláveis e da aparente impotência diante das incontroláveis, a necessidade de estar em constante desenvolvimento permanece, a opção pelo regime tributário mais adequado, o planejamento tributário e financeiro são exemplos de estratégias a serem tomadas diante de tais fatores que podem amenizar eventuais dificuldades provenientes dessas variáveis.

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Nós, da Jorge Gomes Advogados, em compromisso constante com o desenvolvimento de nossos clientes e parceiros, colocamo-nos à disposição para contribuir com a análise e estudos sobre as diversas alternativas e implicações nas escolhas de cada regime ou forma de apuração de tributos.

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Murilo Yonaha é estagiário da Jorge Gomes Advogados, graduado em Administração de Empresas e graduando em Direito pela instituição Centro Universitário Toledo de Presidente Prudente.